Pular para o conteúdo principal

Postagens

Existem mentiras, mentiras descaradas e estatísticas, dizia Mark Twain

xiste até um livro, “Como Mentir Com Estatísticas”, de Darrel Huff, que deve ser lido por todos, justamente porque é lido por muitos. Aqui vou abordar um aspecto que ninguém menciona, e explica porque temos tantas pesquisas científicas com resultados diametralmente opostos.  “ Mulheres traem mais seus maridos, do que maridos traem suas esposas. “ Digamos que as estatísticas de uma pesquisa revela que 55% das Mulheres e 45% dos homens traem. Se você quiser desmentir esta pesquisa, como faria? Manipular estatísticas, fazer de outra forma, mentir? Não. Basta fazer mais 40 pesquisas, com o mesmo rigor das outras. Explico. Vejamos o que aconteceria. A manchete de jornal, que usamos nesta explicação, já é falsa. As mulheres não traem mais os homens, a manchete deveria dizer: “De uma amostra de 300 homens e mulheres pesquisados pela Socióloga Tal e Tal, 55% das mulheres traíram contra 45% dos homens.” Para chegar a conclusão da manchete, de mulh...

Enquanto isto os alunos de Poznan

Tenho um amigo professor de Poznan (cidade da Polônia) e o mesmo comentou que os alunos no final do ano quando ficam de exame, eles na última semana comparecem a todas as aulas, querem revisão do conteúdo, querem seriedade por parte de todos, sendo que estes "anjos" passaram o ano desfilando na sala de aula, bagunçando o tempo todo, não tinham os textos e tiravam sarro dos alunos que queriam aula e sabiam por que ali estavam. Agora ele informou e disse que no meio do ano eles tem fechamento do semestre, portanto, estes fatos ocorrem agora, eu disse, aqui no Brasil também, mas o comportamento é todo diferente, todos entendem por que ficaram de exame.

Islamismo e Cristianismo II

No Islamismo, um árabe poderia em tese ter até quatro mulheres contanto que possa sustentá-las. Poderíamos, em tese, dizer que os 10% dos árabes mais ricos teriam para si 40% das mulheres. Este número é muito semelhante aos números que os economistas afirmam ser a  má distribuição da renda , onde os 10% mais ricos produzem 40% de toda a riqueza do país. No Islamismo estes 40% dos filhos dos ricos, que herdariam 40% da riqueza do país, o problema da distribuição da renda é resolvido em uma única geração. Curiosamente a poligamia islâmica, em menos de uma geração, tornaria a sociedade igualitária novamente. Distribuiria a renda de forma justa, e a cada geração todos começariam praticamente da mesma base patrimonial. O problema é que 40% dos homens mais pobres não teriam como se reproduzir, e seriam eliminados geneticamente. Por isto muitos se sujeitam ao suicídio. Apesar da permissão do Alcorão, somente 1% dos iranianos adota a prática e menos do que 4% dos jordaniano...

Capitalismo Sem Lucros, Socialismo Sem Impostos

No início da revolução industrial as margens de lucro do setor têxtil e mecânico eram de quase 50% do preço do produto. Isto porque concorriam com o velho sistema de artesanato, intensivo de mão de obra e ineficiente. Foi isto que levou Karl Marx e os socialistas a acharem que o capitalismo prejudicava e “explorava” o trabalhador, como acham o PT, o PSDB e o PSOL até hoje. Se Karl Marx tivesse estudado Administração e não Filosofia, teria percebido que o capitalismo “explora” a produtividade, a tecnologia e o próprio capital. Em vez de “O Capital” seu livro seria intitulado “A Tecnologia”. Ao longo da própria vida de Karl Marx, com o avanço da tecnologia, os preços dos produtos foram caindo, bem como as margens de lucro das empresas. De 50%, para uma média de 3% sobre o preço de vendas. Se Dilma tivesse estudado Administração e não Economia teria percebido que não compensava se tornar uma terrorista e guerrilheira só por causa destes 3%. Em vez de lutar pelo Marxismo c...

Sem dias: velhice e crise moral

Dilma completa cem dias de governo   e, entre malandragens e trapalhadas, os amigos dizem que eu — com 78 anos! — não sou velho! Mas como quem sabe de mim sou eu; ele, o meu eu (ou pelo menos um dos seus múltiplos sujeitos) me afirma e confirma a velhice. Como? Pela impossibilidade de descer a escada do meu escritório-biblioteca-fábrica de estrume sem segurar no corrimão. Meu equilíbrio, o qual, nos meus jovens 60 anos, me permitia lidar com três objetos ao mesmo tempo, tal como os artistas de circo ou os pugilistas de filmes pornográficos, sumiu pelos neurônios do meu cérebro. Afora essa e outras impossibilidades impublicáveis numa crônica, chega à minha mente (uma entidade muito mais complexa que o meu mero cérebro) um total desânimo e, confesso, um intenso desejo de sair do palco. Não de morrer propriamente, com todos os ritos e rezas (que espero não ter), mas de ficar no meu canto porque eu olho pra rua e só vejo ruína, desespero, incompetência, descaso, insulto, mentira...

O Enigma de Espinosa

Algumas frases de Espinosa conforme o livro de Irvin D. Yalom, sobre a nossa missão, meta ou vida. "...o que importa não é em que você acredita ou diz acreditar, mas sima a  forma como vive. Platão: " Qual é nossa meta fundamental na vida? É  atingir a mais elevada forma de conhecimento, e isso, na sua concepção, era a ideia do bem na qual se fundariam todas as demais ideias." Assim, seremos capazes de atingir a eudaimonia, que, na sua concepção, é um estado de harmonia da alma. Aristóteles: Afirmava que "vida boa", não consistia nos prazeres dos sentidos, nem na fama ou riqueza. Mas a capacidade de usar a razão.

Como a geração Y pode ter mais inteligência emocional

Quem faz parte da geração Y já está acostumado a ouvir todo tipo de crítica sobre seu modo de ser. Os jovens são chamados de arrogantes, mimados, impacientes e – como se não bastasse – terrivelmente carentes de inteligência emocional. Uma recente pesquisa da consultoria YCoach mostrou que as emoções são o principal obstáculo para a carreira dos ingressantes no mercado de trabalho. Mesmo quem tem boas competências do ponto de vista técnico sofre nos primeiros anos da vida profissional, devido a fragilidades comportamentais. O que falta a essa geração é, sobretudo, autoconhecimento. Pelo menos é o que pensa Roberto Santos, sócio-diretor da Ateliê RH. “É claro que existem exceções, mas a maioria dos Y tem dificuldade de identificar suas próprias emoções, e também as dos outros”, afirma. Outro problema, na opinião de Santos, está no grande apego dos jovens à tecnologia. “A comunicação acontece muito frequentemente por redes como Facebook ou WhatsApp, e acaba perdendo a expressividad...